ler Aquilino Ribeiro

"Mas, em qualquer altura, alguém que tenha a inclinação solitária, ou atenta, ou simplesmente erudita, abrirá um livro de Aquilino (…) e amará o seu verbo.» A.Bessa-Luís

“No fim da vida, em pleno vigor de subtileza técnica…”

(…)

«No fim da vida, em pleno vigor de subtileza técnica (lembremo-nos da viagem de Telmo e Dionísia na caleça de A Casa Grande de Romarigães), desmentia os leitores opacos que, com o parodoxal espírito de superioridade dos ignorantes, gozavam com o confessarem-se analfabetos, espalhando a torto e a direito que só conseguiam lê-lo de dicionário em punho. Como se um escritor devesse limitar-se a aprender a arte de embalsamar as palavras de todos os dias e não ousar arrancá-las dos sepulcros e estratificações do tempo, reinventando-as, completendo-as até, ressuscitando en fim o que pareceia morto para sempre. (…)»
José Gomes Ferreira (Março, 1974)- “Uma inútil nota preambular”
in Aquilino Ribeiro, Um Escritor confessa-se, Bertrand

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